quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fotografia Digital

Oficina Gráfica

Modúlo 10

Fotografia Digital

Foi nos proposto a Modificação e edição de Fotografias utilizando o programa 'photoshop', visando assim realizar fotografias digitais.

Aqui estão alguns trabalhos realizados por mim:









César Cardoso nº6 12ºQ

sábado, 10 de dezembro de 2011

Fotografia Analógica

Foi nos proposto a realização de um cartaz com Fotografias Analógicas tiradas nas aulas de Oficina Gráfica.

Depois de várias experiências,aprendizagens, métodos, e diversidade de fotografias, escolhi algumas e realizai este cartaz:



César Cardoso nº6 12ºQ

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fotografia em Estúdio

Vou colocar aqui uma opinião que encontrei enquanto pesquisava sobre fotografia sobre ''Fotografia em Estúdio''...

Acho que é bastante importante...

By: Sofia Santos, www.studiolightworld.com

''Os projectores flash são a fonte de luz preferida para utilização em estúdio pelos seguintes motivos:
- baixo consumo energético relativamente ao fluxo luminoso produzido;
- este projectores demoram algum tempo a aquecer permitindo trabalhos mais prolongados;
- existe um conjunto muito vasto de acessórios disponíveis para moldar a luz de uma forma mais precisa;
- a temperatura de cor destes projectores permite uma restituição cromática mais correcta.

O modo de funcionamento dos projectores (uma série de condensadores fazem uma descarga apenas aquando do disparo) faz com que só seja despendida apenas a energia necessária para realizar a imagem que pretendemos.

Com a luz flash podemos produzir um fluxo luminoso bastante elevado apenas aquando do disparo permitindo-nos a utilização de aberturas de diafragma bastante pequenas (f/ bastante elevado). Para atingirmos o mesmo fluxo luminoso com luz contínua despendemos de muito mais energia, aquecemos demasiado o estúdio e dispomos de menos ferramentas para molda a luz.

Classificamos e avaliamos um projector flash tendo em conta as seguintes características:

- Nº Guia

A intensidade luminosa de um projector é indicada pelo Nº Guia. O número guia é o resultado da multiplicação da distância entre o projector e o objecto a fotografar pelo valor de abertura de diafragma ideal ( que fará com que tenhamos uma exposição correcta).


Nº Guia = distância (m) x abertura de diafragma (f)


Por exemplo, se decidimos colocar o projector a 2 metros do objecto (porque é desta forma que o projector imprime sobre o objecto a mancha luminosa com a forma e dimensão que pretendemos) e está a ser utilizada uma abertura de 5.6 (porque é desta forma que atingimos o nosso objectivo estético em termos de profundidade de campo), o nº guia ideal a utilizar no projector flash é de 11.2 . Se concluirmos que queremos praticar alterações a nível da profundidade de campo e para isso é necessário alterar uma abertura de 16, devemos alterar também o nº guia do projector para 32, de forma a mantermos uma exposição correcta.

O número guia é um valor referêncial que contabiliza sempre a utilização de um ISO 100. Caso tenhamos de utilizar um valor ISO diferente, deveremos definir as devidas compensações.

Infelizmente os calculos que envolvem o Nº Guia nunca são assim tão linear e devemos adopta-los apenas como uma indicação. Os diferentes acessórios que colocamos frente ao projector e os diferentes percursos que fazemos a luz percorrer alteram sempre a intensidade luminosa de que vamos dispor para a nossa imagem.

No entanto, é importante contabilizarmos o Nº Guia quando pretendemos comprar equipamento ou planear uma sessão fotográfica. É importante que o fotógrafo tome consciência que a má escolha de equipamento pode limitar demasiado os resultados produzidos.

- Tempo de Reciclagem

O tempo de reciclagem de um projector é o tempo que decorre entre a última descarga de flash e o tempo que o equipamento demora a estar preparado para uma nova descarga.

Este tempo varia de acordo com a marca/modelo/nºguia do flash, com a carga que definimos para o disparo e com o tempo de vida do equipamento e dos consumíveis.

- Sistema de Protecção de Sobreaquecimento

Quando utilizamos o equipamento flash exaustivamente este também atinge temperaturas bastante elevadas.

Quando o equipamento atinge uma temperatura limite é importante que tenha um sistema de aviso e um sistema que o faça desligar-se antes de sobreaquecer e danificar o equipamento.

É muito importante que o equipamento flash tenha um bom sistema de ventilação para que demore mais tempo a atingir temperaturas elevadas.''



Bibliografia: http://www.forumfotografia.net/index.php?topic=35047.0

Conclusão: Percebi que o flach precisa de um Tempo para recuperar, a Abertura da Lente (Diafragma), afecta a Luz da imagem. O flash pode entrar em sobreaquecimento, e por isso precisa de um sistema de Ventilação.

César Cardoso Nº6 12ºQ

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

FOTOGRAFIA

Fotografia(Analógica)

(Este trabalho foi realizado para a disciplina de Oficnia Gráfica para entendermos um pouco sobre a história da Fotografia e a sua evolução ao Longo dos tempos)


Fotografia


A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz e contraste"…
Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa. A primeira fotografia reconhecida no ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce.
Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de associação de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos.

História

A fotografia não é a obra final de um único criador. Ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia. O mais antigo destes conceitos foi:

Câmara Escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.

O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halogena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.
A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia.
A imagem foi produzida com uma câmara, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmara escura, efeitos visuais em um espectáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.
Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia. Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra. A popularização dos daguerreótipos, deu origem às especulações sobre o "fim da pintura", inspirando o Impressionismo.
O britânico William Fox Talbot, que já efectuava pesquisas com papéis fotossensíveis, ao tomar conhecimento dos avanços de Daguerre, em 1839, decidiu apressar a apresentação de seus trabalhos à Royal Institution e à Royal Society, procurando garantir os direitos sobre suas invenções. Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calótipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contacto com outro papel, produzindo a imagem positiva. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor.
No Brasil, o Francês radicado em Campinas, São Paulo, Hércules Florence conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" - foi o legítimo inventor da palavra - não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976 por Boris Kossoy.
A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um discurso de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotógrafos profissionais com a introdução da câmara tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman.
Desde então, o mercado fotográfico tem experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitam a captação da imagem, melhoram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.
A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema por sectores que ainda prestigiam o tradicional filme, e assim, irreversivelmente ampliando o domínio da fotografia digital.





Processos fotográficos

Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX.
Meio-tom
As fotografias em preto e branco destacam-se pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.
Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -­ há quem prefira fotografar apenas em filme preto e branco, mesmo com a maior facilidade e menor custo do equipamento digital. Os sensores das câmaras digitais ainda possuem alcance dinâmico muito menor do que a fotografia P&B e mesmo da colorida, estando mais próximo do slide.



Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha - a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell.
A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projector de slides (diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é actualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.



Câmara

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos eléctricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento.
Fotógrafos controlam a câmara ao expor o material fotossensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. A exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Foco: Foco em geral é tomado como o centro de e é nessa asserção que é tomada como o ponto onde se concentram os raios luminosos que passam por uma superfície transparente. Alternativamente é o ponto de convergência ou donde saem emanações.
Abertura das lentes: O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico.
É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objectiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material fotossensível.







Fotografia em estúdio


Uma das vantagens de um estúdio grande, é permitir uma maior distância entre o motivo e o fundo. Em condições com pouco espaço, é difícil iluminar os dois separadamente, e há o perigo de as sombras do motivo se formarem sobre o fundo. Iluminando o fundo independentemente, ele pode ser transformado de centenas maneiras. Dê-lhe uma iluminação gradual, iluminando a parte superior e a parte inferior de maneiras diferentes. Em alternativa, projecte formas ou cores sobre o fundo, colocando sobre as luzes máscaras (chamadas gobos) ou acetatos coloridos. Os rolos de papel branco ou preto são os fundos mais utilizados e os mais versáteis. Os rolos podem ser suspensos do alto da parede de um estúdio, e depois puxados até baixo e estendidos sobre o chão do estúdio, criando uma curvatura para que a junção da parede com o chão não seja visível nas fotografias. A medida que o papel se vai estragando ou sujando, corta-se essa parte e puxa-se mais papel de rolo Há uma grande variedade de fundos à venda nas lojas da especialidade, mas saiba que os fundos simples muitas vezes resultam melhor, uma vez que não desviam a atenção, e porque num estúdio pequeno nem sempre é possível desfocar as formas mais elaboradas que o fundo possa ter.




Realizado Por: César Augusto Alves Cardoso nº6
Bibliografia: www.wikipedia.com